Medidas de Autoproteção para Lares de Idosos
O que muda quando os ocupantes não conseguem evacuar sozinhos.
Porque é diferente num lar de idosos
Num lar de idosos, muitos residentes não conseguem evacuar sozinhos em caso de incêndio. Por isso a MAP destes espaços costuma assentar em evacuação horizontal, mover as pessoas para um compartimento seguro dentro do próprio edifício, em vez de partir do princípio de que todos conseguem sair para a rua a tempo.
Este é um dos tipos de espaço onde a fiscalização e as exigências tendem a ser mais rigorosas, precisamente por causa da vulnerabilidade dos ocupantes.
Quando isto costuma tornar-se urgente
- Abertura de um novo lar ou unidade de cuidados continuados
- Uma inspeção que identificou falhas no plano de evacuação horizontal ou na compartimentação corta-fogo
- Aumento do número de residentes ou alteração à estrutura do edifício
- Renovação ou atualização da MAP, frequentemente pedida com maior regularidade do que noutros espaços
O que costuma ser avaliado
Compartimentação corta-fogo entre zonas do edifício, portas resistentes ao fogo, formação da equipa para apoiar uma evacuação horizontal, e um plano de emergência que tenha em conta que a maioria dos residentes precisa de ajuda para se movimentar. A categoria de risco exata é definida por um técnico autor, tendo em conta o número e a mobilidade dos residentes.
Precisa de tratar disto?
Perguntas frequentes
O que é a 'evacuação horizontal' mencionada para lares de idosos?
É mover os residentes para um compartimento corta-fogo próximo, dentro do mesmo piso, em vez de os fazer descer escadas ou sair do edifício. É mais realista quando muitos não se conseguem mover sozinhos.
Um lar pequeno, com poucos residentes, tem as mesmas exigências?
As exigências dependem da categoria de risco, que tem em conta o número e a mobilidade dos residentes, não só a área do edifício. Só um técnico autor pode confirmar a categoria aplicável ao seu caso.
Este guia é uma orientação geral e não substitui aconselhamento jurídico ou técnico. A categoria de risco e as obrigações exatas do seu edifício são definidas por um técnico autor registado na ANEPC.